A embalagem ideal e o Neuromarketing

 

Branco ou preto? Quente ou frio? Qual sapato eu escolho? Com que roupa vou a festa? Deixo o cabelo solto ou preso? Qual gravata é mais bonita? Todas as decisões que tomamos – incluindo as decisões de compra – dependem de fatores emocionais, por isso, entender o inconsciente do consumidor tem se tornado cada vez mais importante para o desenvolvimento de produtos e de campanhas publicitárias mais assertivas.

Toda essa teoria é muito interessante, mas e na prática, como o Neuromarketing nos ajuda desenvolver produtos que vendem? Pensando nisso, a Forebrain escreveu um e-book sobre o Neuromarketing aplicado ao desenvolvimento de embalagens e aqui está um pequeno resumo do que você encontrará no nosso e-book:

O que o consumidor está sentindo? 

Criar uma ligação entre produtos e pessoas é muito importante, mas como fazemos para saber o que o consumidor está sentindo? Através de algumas técnicas de Neuromarketing, conseguimos decifrar não só o que o consumidor sente quando é exposto à uma embalagem, mas também o quão intensa foi a emoção.

A sua embalagem chama atenção?

Para descobrirmos, podemos testar os produtos a partir de duas abordagens que levam em consideração o potencial que uma embalagem tem de chamar a atenção dos consumidores ou através da simulação de ambientes de compra reais, analisando o comportamento do consumidor diante de situações de competitividade. Saber se uma embalagem chama atenção nos ajuda a desenvolver produtos mais atraentes e também a potencializar as vendas através da organização do PDV.

Para onde o consumidor está olhando e o que ele entendeu?

Essa é outra dúvida muito comum na hora de desenvolvermos uma embalagem, que pode ser respondida com ajuda de ferramentas neurocientíficas associadas a uma entrevista. Entender quais são os elementos mais visualizados de uma embalagem e como eles foram interpretados pelo consumidor é fundamental para nos destacarmos da concorrência.

O que a embalagem transmite para os consumidores?

Qualquer que seja o estímulo a que uma pessoa é exposta, ele ativa redes associativas, que podem ser inconscientes. Tentando explicar de uma forma bem simples: um estímulo acaba ativando vários atributos que estão associados a ele. Esses atributos ativam outros atributos, que ativam outros atributos e todos eles formam uma rede. Entendeu? Não se preocupe, nós entendemos as técnicas de associação muito bem e conseguimos avaliar qual é a percepção implícita que o consumidor tem da sua embalagem e da sua marca.

Quanto o seu produto vale?

Seu produto só será escolhido pelo consumidor apenas se o seu valor for percebido como justo (só para lembrar, valor não é a penas o quanto o produto custa, mas sim, uma avaliação subjetiva de muitas características). Você sabe qual é o valor que o consumidor percebe em sua embalagem? O Neuromakreting pode te ajudar a descobrir…

Existem muitas ferramentas do Neuromarketing que são capazes de avaliar e otimizar o desenvolvimento de embalagens, cada uma adequada a um tipo de problema e a uma etapa do desenvolvimento. Atualmente somos capazes de analisar até mesmo produtos que ainda estão na fase de ideação – isso mesmo, conseguimos medir a resposta emocional que o consumidor tem quando imagina um produto que nem sequer foi criado!

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